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CEAPE-Sindicato participa de ações contra cortes na Educação e reforma da Previdência

Escrito por CEAPE-Sindicato17 de Mai de 2019 às 15:41
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Dirigentes do CEAPE-Sindicato participam de ações pela Educação e Previdência Social e Pública.
 
 

O CEAPE-Sindicato, através do seu vice-presidente Filipe Leiria, participou, nesta quarta-feira (15/5) em Porto Alegre, da Paralisação Nacional em defesa da Educação, organizada por centrais sindicais, entidades representativas de professores e servidores das universidades. Em São Vicente do Sul, região Central do RS, o presidente do CEAPE, Josué Martins, falou para quase 200 pessoas, em dois horários (14:30 e 19:30) sobre a Reforma da Previdência.


Josué Martins foi o convidado do Instituto Federal Farroupilha (IFFAR) para a atividade organizada pelo Curso de Gestão Pública e Seção Sindical dos Servidores Federais de Educação Básica e Profissional de São Vicente do Sul (SESSEV). Segundo ele, os participantes ficaram muito impactados com a brutalidade da PEC 6/2019, que trata da Reforma da Previdência.

Em Porto Alegre, a manifestação pela Educação começou às 13h, em frente ao Instituto de Educação. Após um abraço simbólico à instituição, no qual todos ficaram de mãos dadas ao redor do edifício, a caminhada seguiu para a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e pelo campus de Porto Alegre do Instituto Federal. Ambas as instituições também receberam o abraço dos manifestantes.

Os participantes também carregavam cartazes contrários à reforma da Previdência.

A mobilização seguiu para o Centro da cidade, se concentrou na Esquina Democrática e de lá seguiu pelas ruas da Capital até o Largo Zumbi dos Palmares, onde se dispersou, já à noite. “As manifestações são essenciais neste momento. O corte de verbas na educação universitária demonstra retrocesso em um ambiente que ainda não é inclusivo. É de suma importância que a população se junte à luta em defesa da educação, porque é dentro da sala de aula que os jovens constroem um intelecto capaz de questionar e, a partir disso, buscar por igualdades sociais e econômicas”, disse o vice-presidente Filipe Leiria, e completou: “Não vai ter corte! Vai ter luta!”.

   

 

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